Dia a Dia

Bolo de Banana

Oi Meninas(os)!!!

Outro dia fiz esse bolo, ficou bem saboroso, ideal pra acompanhar um cafezinho…

Ingredientes:

3 ovos
2 xíc de açúcar
2 xíc de farinha de rosca
1/2 xíc de óleo
5 bananas nanicas amassadas
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (chá) de canela

Modo de fazer:

Na batedeira, bata as claras em neve, adicione as gemas, uma a uma e vá batendo.
Adicione a banana amassada e a canela e bata, junte o óleo, bata mais um pouquinho, adicione a farinha e bata. Por último, misture o fermento.
Leve para assar numa fôrma untada e enfarinhada até dourar, no forno à 180ºC.

Fonte: Jamie Oliver

Dia a Dia

Propagandas inspiradoras (7)

Fazia tempo que eu não usava essa tag, acho que por quase não tenho assistido televisão e, consequentemente, não tenho acompanhado nada. Mas, ainda bem que existem internet para nos manter atualizados com tanta coisa linda que circulam por aí.
Preparem os lenços.
1.
Você já pensou em salvar um Maracanã de vidas?
É fácil! É possível!

Mais sobre o projeto: carinho inspira carinho.

2.
Ursinhos que levam carinho e mensagens à crianças internadas em Jaú, no Hospital Amaral Carvalho.

coisa mais linda ♥ ♥ ♥
Tão bom saber que o mundo está lotado de pessoas do bem. De pessoas que preocupam em proporcionar uma vida melhor ao próximo!
Dia a Dia

Gentilezas

 

A imagem eu já conhecia e havia me apaixonado pela bela atitude.
Mas eu não queria trazê-la ao blog sem mais informações.
Até que semana passada o Catraca Livre publicou sobre o tema, satisfazendo a minha curiosidade.
Nonô Joris é artesã e mora em Porto Alegre/RS.
Embalagens que seriam descartadas se transformaram em vasos e, para que as pessoas que passassem na rua soubessem que os vasinhos poderiam ser levados, surgiu a ideia da simpática placa.
“Muita gente olhava a foto [na internet] e perguntava: ‘onde é? Também quero’. Mas eu não divulgo o endereço. O objetivo não era eu transformar a minha casa numa floricultura, mas sim mostrar que, com coisas muito simples, podemos fazer grandes transformações“, diz Nonô.
“Todos elogiam e dizem coisas como: ‘O mundo precisa de mais pessoas assim’. Minha resposta é sempre: ora, seja uma delas.” Simples, não?
Dia a Dia

Gentilezas

 

A imagem eu já conhecia e havia me apaixonado pela bela atitude.
Mas eu não queria trazê-la ao blog sem mais informações.
Até que semana passada o Catraca Livre publicou sobre o tema, satisfazendo a minha curiosidade.
Nonô Joris é artesã e mora em Porto Alegre/RS.
Embalagens que seriam descartadas se transformaram em vasos e, para que as pessoas que passassem na rua soubessem que os vasinhos poderiam ser levados, surgiu a ideia da simpática placa.
“Muita gente olhava a foto [na internet] e perguntava: ‘onde é? Também quero’. Mas eu não divulgo o endereço. O objetivo não era eu transformar a minha casa numa floricultura, mas sim mostrar que, com coisas muito simples, podemos fazer grandes transformações“, diz Nonô.
“Todos elogiam e dizem coisas como: ‘O mundo precisa de mais pessoas assim’. Minha resposta é sempre: ora, seja uma delas.” Simples, não?
Dia a Dia

Sobre blogar

 

Quando eu criei o blog, 03 anos atrás, as postagens eram diárias.
Com o passar do tempo vi que não conseguiria postar diariamente então optei por aparecer aqui nas segundas, quartas, sextas e sábados.
Estava dando certo… estava.
Entre as tantas responsabilidades da vida, o blog vai ficando para depois, para mais tarde e as frequências das postagens por aqui estão caindo, como vocês tem percebido.
E eu me cobro pela minha ausência.
Não penso em parar com o blog, mas não quero cobranças da minha parte.
Então resolvi que as postagens acontecerão quando der.
Sem cobranças, mas com o amor e o prazer de ser uma blogueira cercada de gente do bem ♥

Carol

Dia a Dia

Pitanga – Sabor e Equilíbrio

Desde que conheci o Pitanga – Sabor e Equilíbrio, em outubro do ano passado, ele passou a ser um dos meus lugares preferidos daqui de Goiânia.
O espaço é um restaurante incrível, que coloca em prática a ideia que dá para construirmos ambientes sustentáveis com bom gosto e conforto. Além de um cardápio saudável variado e com preços em conta.
O espaço oferece: cama elástica para adultos, slackline, biblioteca, área para picnic, rede…

 

A biblioteca me encantou. Não dá para descrever, tenho que mostrar:
-a vista geral, detalhe para os guarda-chuvas no teto e para os móveis de pallet e carretel:

 

-estante e pranchetas fixas nas paredes e móvel restaurado:

 

 

E, para finalizar essa enxurrada de fotos, o cardápio: sucos, sanduíches e outras comidinhas naturais e saudáveis. Sem contar que os pratos são lindos e caprichados.
-suco de água de coco com uva verde. Experimentei e adorei!

-os talheres vem em saquinhos de tecidos:

-e, mesmo eu não tendo o hábito de tomar café, gostei do café com nutella:

Quem for de Goiânia e região: fica a dica!
♥ Adoraria ter você no facebook também!
Dia a Dia

Desafio Literário 2014

Não é segredo para ninguém a minha paixão por livros.

Analisando os meus livros lidos neste ano e a minha lista de livros que pretendo ler, percebi que não tenho dado a devida atenção aos autores nacionais, os autores clássicos. Descobri que nunca li um livro de Cora Coralina, nem de Cecília Meireles. Que os livros de Machado de Assis foram lidos para o vestibular e que faz anos que não leio Monteiro Lobato.
Visando mudar o meu hábito e buscando a valorização do que é nosso, dos nossos autores, resolvi me propor um desafio literário: ler durante o ano de 2014 obras de Cora Coralina e Machado de Assis. A doçura de Cora e a audácia de Machado.
Inicialmente o desafio era pessoal, mas conversando com a Rafa, outra apaixonada por livros, recebi grande apoio e novas ideias e resolvemos compartilhar com vocês o nosso Desafio Literário 2014:
A ideia é: dois livros por mês – um da Cora, outro do Machado.
Estou comprando meus exemplares no Estante Virtual, já comprei livro do Machado de Assis por R$ 1,00 em ótimo estado. Os livros de janeiro e fevereiro já estão garantidos.
Duas maneiras que encontrei para encaixar a leitura na minha rotina são:
-levar um livro na bolsa;
-ler antes de dormir.
É incrível o tempo que perdemos em filas de esperas. Sexta, por exemplo, tive uma consulta e o médico atrasou duas horas e meia para me atender. Dá para imaginar o quanto eu li! Antes de ter esse hábito, ficaria esse período a toa, foleando todas as revistas do consultório e, ainda, passando raiva. Até digo que tenho adorado esses atrasos: dá para ler bastante.
Ler antes de dormir é também relaxante, nem que seja um parágrafo por noite. É um momento que você dedica para você, é um momento que você descansa a mente e se prepara para ter um sono melhor, mais tranquilo. Sem contar que, quando você menos esperar, terá lido um livro.

Criar o hábito de leitura não é difícil, basta querer tê-lo.

♥ Adoraria ter você no facebook também!

Dia a Dia

A panela

A velha empregada de minha família era negra. Chico, o neta dela – como é costume acontecer quando não temos irmãos – era o meu companheiro constante de brincadeiras e folguedos.
Em tudo quanto fazíamos, a parte de Chico era sempre a mais pesada, secundária e passiva. Ele tinha que dar e, nunca, que receber.
Um dia corri para casa, à saída da escola porque Chico e eu tínhamos projetado construir uma vala que fosse do poço à lavanderia.
Sem darmos por isso, cada um de nós assumiu logo o seu papel – como de costume.
Chico era o “condenado” a trabalhos forçados, suando e repetindo esforços. E eu o implacável guarda, com uma vara na mão!
A maneira como eu estava maltratando aquele menino negro era quase digna de um adulto imbuído de preconceitos de cor.
Foi quando a nossa preta velha chamou-nos:
-Crianças, venham pôs a minha panela no fogão!
Corremos para a cozinha. A panela estava no chão e nós a agarramos com ambas as mãos. Mas com um grito a largamos, perplexos de que ela nos tivesse mandado pegar em uma coisa que – era evidente que sabia – estava extremamente quente.
Em seguida, em graves e brandas palavras, tão nítida e simples que até hoje as posso escutar, partindo do fundo do tempo, disse-nos assim:
-Ora! Vocês dois se queimaram. Que coisa mais engraçada! A cor da pele de vocês é tão diferente, mas a dor que estão sentindo é igual para ambos, não é verdade?
Concordamos que sim. E nunca mais pude me esquecer desse episódio que, sem dúvida alguma, fez de mim uma pessoa diferente.
                                                                                 do livro E, para o resto da vida… (Wallace Leal V. Rodrigues)
 ♥ Adoraria ter você no facebook também!
Dia a Dia

A panela

A velha empregada de minha família era negra. Chico, o neta dela – como é costume acontecer quando não temos irmãos – era o meu companheiro constante de brincadeiras e folguedos.
Em tudo quanto fazíamos, a parte de Chico era sempre a mais pesada, secundária e passiva. Ele tinha que dar e, nunca, que receber.
Um dia corri para casa, à saída da escola porque Chico e eu tínhamos projetado construir uma vala que fosse do poço à lavanderia.
Sem darmos por isso, cada um de nós assumiu logo o seu papel – como de costume.
Chico era o “condenado” a trabalhos forçados, suando e repetindo esforços. E eu o implacável guarda, com uma vara na mão!
A maneira como eu estava maltratando aquele menino negro era quase digna de um adulto imbuído de preconceitos de cor.
Foi quando a nossa preta velha chamou-nos:
-Crianças, venham pôs a minha panela no fogão!
Corremos para a cozinha. A panela estava no chão e nós a agarramos com ambas as mãos. Mas com um grito a largamos, perplexos de que ela nos tivesse mandado pegar em uma coisa que – era evidente que sabia – estava extremamente quente.
Em seguida, em graves e brandas palavras, tão nítida e simples que até hoje as posso escutar, partindo do fundo do tempo, disse-nos assim:
-Ora! Vocês dois se queimaram. Que coisa mais engraçada! A cor da pele de vocês é tão diferente, mas a dor que estão sentindo é igual para ambos, não é verdade?
Concordamos que sim. E nunca mais pude me esquecer desse episódio que, sem dúvida alguma, fez de mim uma pessoa diferente.
Dia a Dia

A panela

A velha empregada de minha família era negra. Chico, o neta dela – como é costume acontecer quando não temos irmãos – era o meu companheiro constante de brincadeiras e folguedos.
Em tudo quanto fazíamos, a parte de Chico era sempre a mais pesada, secundária e passiva. Ele tinha que dar e, nunca, que receber.
Um dia corri para casa, à saída da escola porque Chico e eu tínhamos projetado construir uma vala que fosse do poço à lavanderia.
Sem darmos por isso, cada um de nós assumiu logo o seu papel – como de costume.
Chico era o “condenado” a trabalhos forçados, suando e repetindo esforços. E eu o implacável guarda, com uma vara na mão!
A maneira como eu estava maltratando aquele menino negro era quase digna de um adulto imbuído de preconceitos de cor.
Foi quando a nossa preta velha chamou-nos:
-Crianças, venham pôs a minha panela no fogão!
Corremos para a cozinha. A panela estava no chão e nós a agarramos com ambas as mãos. Mas com um grito a largamos, perplexos de que ela nos tivesse mandado pegar em uma coisa que – era evidente que sabia – estava extremamente quente.
Em seguida, em graves e brandas palavras, tão nítida e simples que até hoje as posso escutar, partindo do fundo do tempo, disse-nos assim:
-Ora! Vocês dois se queimaram. Que coisa mais engraçada! A cor da pele de vocês é tão diferente, mas a dor que estão sentindo é igual para ambos, não é verdade?
Concordamos que sim. E nunca mais pude me esquecer desse episódio que, sem dúvida alguma, fez de mim uma pessoa diferente.
                 do livro E, para o resto da vida… (Wallace Leal V. Rodrigues)
 ♥ Adoraria ter você no facebook também!